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Dispensar medicamentos, imunobiológicos, cosméticos, alimentos especiais e correlatos: Selecionar produtos farmacêuticos; criar critérios e sistemas de dispensação; ava-liar prescrição; proceder a dispensação; instruir sobre medicamentos e correlatos; notificar fármaco-vigilância.
Os medicamentos tarja preta são aqueles que representam maior risco para o consumidor, e por isso demandam um controle mais rigoroso por parte do Ministério da Saúde.
Uma vez que atuam no sistema nervoso central, esses remédios são classificados como “psicotrópicos” – além de alterar os padrões mentais, emoções e comportamentos, podem causar dependência nos usuários.
Não por acaso, além da indicação visual preta, as embalagens contam com um aviso: “Venda sob prescrição médica, o abuso deste medicamento pode causar dependência”. Os riscos, aqui, também são associados aos possíveis efeitos adversos e contraindicações, o que torna o acompanhamento profissional tão essencial para o tratamento responsável.
Vale destacar que os remédios de tarja preta exigem prescrição para compra e a retenção da receita na farmácia.
1. Direto ao ponto: o que é um medicamento de uso contínuo?
A definição é bastante simples! Medicamentos de uso contínuo são aqueles que precisam ser utilizados todos os dias – ou quase todos os dias – sem data prevista para parar. Por esse motivo, são indicados principalmente para o controle das enfermidades crônicas.
2. Quais são as doenças mais comuns que exigem esse tipo de tratamento?
Realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde, a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) revelou dados impressionantes: 52% da população brasileira com mais de 18 anos recebeu o diagnóstico de pelo menos uma doença crônica em 2019. Isso, é claro, também se reflete no amplo uso de medicamentos de uso contínuo!
No país, as doenças crônicas mais comuns são:
Hipertensão/Pressão alta (23,9%)
Problema crônico de coluna (21,6%)
Colesterol (14,6%)
Depressão (10,2%)
Diabetes (7,7%)
Doença no coração não especificada (5,3%)
3. Por que o acesso a esses remédios (e o uso correto!) é tão importante?
Como vimos, a parcela da população que precisa fazer uso de remédios de uso contínuo é muito expressiva! Garantir o acesso a esses medicamentos – e orientar sobre o seu uso adequado – é fundamental para:
Controlar as doenças crônicas e suas complicações, evitando inclusive o surgimento de problemas secundários;
Reduzir a mortalidade;
Melhorar a qualidade de vida e do bem-estar das pessoas com essas enfermidades.
Vale acrescentar que não aderir ao tratamento medicamentoso, além de agravar a condição de saúde, leva a altos níveis de estresse e muitas vezes impede uma rotina funcional, prejudicando inclusive a capacidade de trabalho.
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4. Como funciona a validade da receita médica para medicamentos de uso contínuo?
Medicamentos de uso agudo (como analgésicos, antitérmicos, antipiréticos, dentre outros) – o prazo de validade das receitas é de 10 dias, a partir da data de emissão, conforme quantidade prescrita e considerando situação clínica do paciente.
Medicamentos antimicrobianos – prazo de validade da receita também de 10 dias, conforme quantidade necessária para o tratamento completo, indicado na prescrição.
Medicamentos sujeitos a Controle Especial – o prazo de validade da prescrição é de 30 dias, com dispensação na quantidade suficiente para tratamento de até 60 dias.
Medicamentos sujeitos a Controle Especial – o prazo de validade da prescrição é de 30 dias, com dispensação na quantidade suficiente para tratamento de até 60 dias.
Medicamentos de uso contínuo (utilizados no tratamento de doenças crônicas, tais como, asma, diabetes, hipertensão, hipercolesterolemia, hipotireoidismo, dentre outros) – prescrição válida por 180 dias, contados da data de emissão e quantidade dispensada suficiente para tratamento por 60 dias.
5. Como renovar as receitas desses medicamentos?
Tome nota: é essencial consultar o médico no tempo indicado para obter uma nova receita! Muita gente chega às farmácias ou às unidades de saúde para renovar a prescrição, mas essa é uma prática de consultório, e não um procedimento emergencial.
Vale destacar que não contar com a correta avaliação e o acompanhamento médico nesses casos pode envolver sérios riscos e danos à saúde. Aqui, é fundamental analisar tópicos como possíveis efeitos adversos, reações alérgicas e interações negativas com outros medicamentos. Pode acontecer, ainda, de determinado remédio em uso não ser mais necessário.
👉 Portanto, fica a dica: planeje-se e agende suas consultas médicas com antecedência para manter sua receita em dia!
6. Medicamentos de uso contínuo sempre podem ser tomados na versão genérica?
Antes de tudo, é importante ressaltar que os medicamentos genéricos passam por processos rigorosos de segurança e são tão eficazes quanto os de referência (os medicamentos “originais”).
Nesse sentido, muitas vezes eles serão excelentes opções no caso de medicamentos de uso contínuo – mas podem conter pequenas alterações na fórmula que demandem atenção e interfiram, mesmo que de forma mínima, no tratamento. A recomendação é sempre tirar a dúvida com o médico e o farmacêutico!
7. Quais são os medicamentos de uso contínuo fornecidos pelo SUS?
A lista dos remédios disponíveis pode ser acessada por completo na chamada Relação Nacional de Medicamentos Essenciais – RENAME. Clique aqui e confira!
8. Como obter descontos em medicamentos de uso contínuo?
Além dos programas oferecidos pelo SUS – como é o caso do Farmácia Popular e do Programa de Medicamentos Excepcionais -, é possível economizar na compra de medicamentos de uso contínuo de diferentes formas:
Buscar farmácias que ofereçam os chamados descontos de laboratório e perguntar sobre a disponibilidade dos remédios em uso;
Se você ou seu familiar são usuários de um plano de saúde, vale conferir no contrato do convênio quais são as farmácias parceiras nas quais é possível obter descontos;
Verificar a disponibilidade e fazer o cadastro em programas de descontos para medicamentos voltados ao consumidor, muito oferecidos por redes farmacêuticas e laboratórios;
Assinar a Far.me Box, que garante descontos alinhados com os praticados no mercado.
9. Gestantes e lactantes podem fazer uso desses remédios?
Nessas situações, é importante considerar a segurança da mulher e do feto, avaliando-se cada caso com cautela. A recomendação é que pessoas grávidas e que estão amamentando informem ao médico obstetra caso possuam uma doença prévia e façam uso de medicamentos de uso contínuo.
A partir dessas informações, será possível avaliar se há impactos no desenvolvimento do bebê e realizar, se necessário, substituições e alterações na rotina da medicação. Lembre-se: quaisquer dúvidas sobre o tratamento também podem ser esclarecidas com o farmacêutico!
10. Quais são os principais cuidados no uso de medicamentos contínuos?
Seguir a prescrição médica e as orientações do farmacêutico à risca;
Manter-se informado sobre a própria condição de saúde, incluindo os possíveis riscos, complicações e benefícios do tratamento;
Cuidar da organização e do correto armazenamento dos remédios contínuos para evitar esquecimentos e falhas de horário;
Anotar possíveis reações e efeitos adversos para discutir com o médico e o farmacêutico;
Planejar-se para a compra contínua dos medicamentos, assegurando que eles sempre estarão disponíveis quando necessário;
Ter atenção à forma correta de administração dos remédios e à dose certa;
Manter a lista dos medicamentos utilizados (e a forma adequada de uso!) sempre à mão;
Fazer o acompanhamento periódico indicado com seu médico.
💸 Se você precisa de medicamentos todo dia, é (muito!) provável que gaste bastante tempo e dinheiro pesquisando o melhor preço, indo até as farmácias, mantendo o estoque, organizando as doses por horário e gerenciando as receitas médicas. E então, quando tudo finalmente parece sob controle… já é hora de começar todo o ciclo novamente!
Aqui na Far.me, temos muita clareza sobre a dificuldade dessa jornada. Afinal de contas, somos uma empresa criada e administrada por farmacêuticos, lidando com pacientes e seus desafios todos os dias. Por isso, oferecemos uma maneira mais simples de lidar com tudo isso – e aumentar a segurança, a economia e a qualidade do tratamento.
Para as pessoas que têm real necessidade de utilizar medicamentos (entraremos em detalhes a seguir), instituições como o Ministério da Saúde atestam a segurança e resultados positivos de:
Nicotina (de liberação lenta): adesivo de 7, 14 e 21 mg (uso transdérmico, através da pele). Exemplos: NiQuitin e Nicotinell.
Nicotina (de liberação rápida): goma de mascar de 2 mg e pastilha de 2 mg. Exemplos: Nicorette e NiQuitin pastilha.
Cloridrato de bupropiona (sem nicotina): comprimido de 150 mg (liberação prolongada). Exemplos: Zyban, Zetron e Wellbutrin.
👉 Fique atento: não se trata apenas de comprar o remédio e “sair tomando”! A escolha de quais deles usar, a dose correta e a duração do uso deverá ser tomada em conjunto com o médico a partir de avaliação individual, análise dos sintomas em cada caso e o número de cigarros consumidos por dia.
Vale acrescentar, ainda, que cada medicamento conta com orientações específicas para o uso adequado, bem como contraindicações e outras particularidades.
Para além dos remédios: a importância dos recursos não medicamentosos
É importante ressaltar que, para tratar a dependência à nicotina, recomenda-se uma abordagem combinada de tratamento não medicamentoso e remédios. Estudos têm apontado que a associação dessas duas formas de tratamento é mais eficaz do que apenas o aconselhamento ou o uso isolado de medicamentos.
Quem NÃO tem indicação para remédio para parar de fumar?
Pessoas que apresentem uma ou mais das características a seguir NÃO têm indicação prioritária ao uso de remédios, devendo-se priorizar as modalidades não medicamentosas:
Ausência de sintomas de abstinência (como irritação, mau humor, nervosismo, inquietação, insônia, ganho de peso e dificuldade de concentração);
Número de cigarros consumidos diariamente igual ou inferior a 5;
Consumo do primeiro cigarro do dia igual ou superior a 1 hora após acordar;
Pontuação no teste de Fagerström igual ou inferior a 4. Este teste consiste em uma série de perguntas que devem ser feitas por profissionais de saúde aos pacientes, avaliando o grau de dependência à nicotina.
ATENÇÃO!
Para gestantes e mulheres amamentando, são indicadas somente mudanças no estilo de vida, sem nenhum uso de medicamentos.
No caso de adolescentes, ainda não há evidências científicas suficientes para aconselhar o tratamento com remédios.
Terapia combinada
Se o médico julgar que há indicação para o uso de remédios, o tratamento com Terapia de Reposição de Nicotina pode ser feito combinando as formas de liberação lenta de nicotina (como adesivos) e rápida (como gomas ou pastilhas). Esse tipo de tratamento é o de primeira escolha por ter melhores resultados comprovados.
Mas atenção: a reposição de nicotina só deve ser iniciada na data em que o paciente parar de fumar completamente, não podendo ser associada ao uso simultâneo de cigarros ou quaisquer outros produtos derivados do tabaco.
Além disso, outras opções terapêuticas podem ser consideradas, tais como o uso isolado de bupropiona, a reposição isolada de nicotina com o uso de apenas 1 medicamento (ou adesivos, ou pastilhas) e a combinação de bupropiona com a reposição isolada.
Leia Também 👉 Pode beber tomando antibiótico? E remédios controlados? Tire suas dúvidas!
Remédio caseiro para parar de fumar urgente: existe uma boa opção?
As principais organizações de saúde do Brasil e de todo o mundo não recomendam nenhum tipo de remédio caseiro para parar de fumar.
O conjunto dos resultados dos vários estudos científicos realizados ao longo dos anos sobre o tema não apontaram que esses métodos sejam seguros e eficazes contra a dependência do tabaco.
Remédio natural para parar de fumar funciona?
A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) possui um documento – Memento Fitoterápica – que traz orientações para a prescrição de plantas medicinais e fitoterápicos.
Nele, não é listada nenhuma planta com essa propriedade. Outras diretrizes nacionais e internacionais também não trazem essa indicação.
Os antidepressivos podem ser uma alternativa de remédio para parar de fumar?
Entre os únicos três medicamentos que podem ser utilizados no tratamento da dependência da nicotina com eficácia e segurança (que citamos acima), está a Bupropiona, que é um antidepressivo. Esse remédio pode ser utilizado por fumantes sem história clínica de depressão, nas doses e no período definidos especificamente para parar de fumar.
Quanto aos demais antidepressivos, eles podem sim ser usados com sucesso no tratamento dos diferentes quadros de ansiedade e condições mentais. No entanto, para a cessação do tabagismo em si, não trazem resultados tão bons quanto a Bupropiona.
Qual o melhor remédio para parar de fumar?
O primeiro e decisivo passo é a vontade genuína de parar de fumar e perseverar nesse propósito, tendo consciência dos malefícios do hábito.
Os remédios são apenas mais uma ferramenta de auxílio nesta caminhada. Caso haja indicação médica, o uso de remédios para Terapia de Reposição de Nicotina com adesivos e gomas/pastilhas é uma opção comprovadamente mais eficaz, combinando formas de liberação lenta e rápida de nicotina.
Conta-se também com outras alternativas de medicamentos, incluindo a Bupropiona, a utilização de apenas um tipo de medicamento de reposição (como adesivos ou pastilhas) ou a combinação desses remédios com a Bupropiona. Cada uma dessas modalidades de tratamento terá suas recomendações particulares para uso correto, bem como efeitos colaterais e contraindicações.
Por fim, vale lembrar: mesmo com essas observações, tudo vai depender da análise de cada caso pelo médico e da quantidade de maços consumidos ao dia. Só a partir dessa avaliação é possível identificar quais remédios receitar, em qual quantidade e por quanto tempo.
Fique de olho: cuidados importantes ao tomar medicamentos antitabagismo
Orientações para o uso da goma de mascar de nicotina
Para que os medicamentos funcionem, deve-se mascar a goma com força algumas vezes até sentir o gosto de tabaco.
Em seguida, deve-se parar a mastigação e manter a goma entre a bochecha e a gengiva por alguns minutos, voltando logo depois a mastigar com força, repetindo esse processo por 30 minutos. Ao final, a goma pode ser descartada.
É importante saber que nenhum líquido deve ser ingerido (mesmo que seja água) durante a mastigação da goma.
Orientações para o uso da pastilha de nicotina
Ao contrário da goma, a pastilha não deve ser mordida. O paciente deve mexer a pastilha de um lado para o outro na boca, várias vezes, até que ela esteja totalmente dissolvida.
Deve-se, ainda, evitar comer ou beber enquanto a pastilha estiver na boca, evitando qualquer interferência na absorção de nicotina.
Orientações para o uso do adesivo de nicotina
O adesivo deve ser aplicado na pele, revezando-se o local da aplicação a cada dia.
É recomendado evitar aplicá-lo em regiões com pelos corporais e nos seios, no caso das mulheres.
O adesivo deve ser protegido do sol, mas pode entrar em contato com água.
Orientações para o uso de Bupropiona
Deve-se parar de fumar no 8º dia após o início do remédio. Vale lembrar que a dispensação desse medicamento só acontece mediante a apresentação do receituário em duas vias.
Dicas extras para abandonar o cigarro!
Parar de fumar é uma ótima decisão. Aqui estão algumas dicas para aumentar as chances de sucesso:
Escolha uma data para parar e marque no seu calendário;
Jogue fora todos os seus cigarros antes de começar;
Faça uma lista com os seus motivos para largar o cigarro;
Conte às pessoas que você está parando;
Se você já tentou parar antes, lembre-se do que funcionou;
Tenha um plano caso se sinta tentado a fumar;
Liste os gatilhos/situações que te levam a fumar;
Mantenha a mente ocupada;
Procure ajuda especializada e um grupo de apoio para obter suporte e conselhos.
Esperamos que o artigo tenha tirado suas dúvidas! Agora que você conferiu nossas orientações sobre remédio para parar de fumar, acompanhe a Far.me no Instagram e no Facebook e fique de olho nas nossas atualizações!
Afinal, pode beber tomando antibiótico? E outros tipos de medicamentos? 🤔
Ei, fique atento: as informações a seguir não substituem o acompanhamento cuidadoso do médico e do farmacêutico no tratamento.
Antes de passarmos às respostas, vale destacar: estudos científicos não demonstraram que existe um limite seguro para a ingestão de bebidas alcoólicas em mistura com remédios. De fato, não há definição clara de uma dose mínima, e o consumo de álcool está associado a doenças cardiovasculares e gastrointestinais, além do risco de dependência.
De uma maneira geral, a combinação álcool e medicamentos nunca é recomendada, podendo levar à sobrecarga do fígado, entre outros problemas. Contudo, em algumas ocasiões pode ser bem difícil fugir de tomar um drink ou uma dose, especialmente quando falamos de pessoas em tratamento contínuo.
Mas e então: pode beber tomando antibiótico? E os remédios controlados? A seguir, vamos responder a essa e outras dúvidas muito comuns sobre a polêmica mistura entre álcool e medicamentos!
Afinal, pode beber tomando antibiótico?
A combinação deve ser evitada sempre que possível, mas nessas situações deve-se estar atento ao risco de o álcool cortar o efeito do remédio ou aumentar a chance de efeitos colaterais. Riscos esses que serão maiores ou menores dependendo do antibiótico.
Os remédios e o álcool são eliminados do corpo com a ajuda do fígado que os metaboliza. Ingerir bebidas alcoólicas pode fazer com que seu fígado elimine alguns antibióticos mais rapidamente, não dando tempo para agir contra a infecção, o que além de não resultar em benefícios, aumenta o risco de os micro-organismos invasores se tornarem resistentes.
Ou também o álcool pode fazer com que o antibiótico fique mais tempo do que devia no seu organismo, aumentando as chances de reações adversas, potencializando um eventual efeito negativo.
Na dúvida, sempre consulte um especialista para te orientar sobre as particularidades do seu remédio.
Quem toma remédio controlado pode beber?
Os remédios controlados chamados psicotrópicos assim como o álcool, atuam em nosso sistema nervoso central e sua mistura pode ser muito perigosa, levando a alterações na nossa percepção, humor, consciência e no comportamento de uma forma geral, comprometendo nossa capacidade de tomar decisões, por exemplo.
Essa combinação deve ser fortemente evitada. No caso de antidepressivos, em ocasiões esporádicas, o consumo moderado de álcool não oferece tantos riscos, mas já a associação com outros remédios controlados pode levar a graves problemas de saúde, como a combinação com benzodiazepínicos, os remédios para dormir, (Rivotril/clonazepam, diazepam, alprazolam, lorazepam) que aumenta muito o risco que de eles já tem de causar sedação e até insuficiência respiratória.
Com os barbitúricos (Gardenal/ fenobarbital, tiopental) o álcool pode levar a pessoa até ao estado de coma.
Afinal, quantas horas depois de tomar remédio posso beber?
O tempo que álcool fica no nosso organismo e os efeitos que ele irá causar pode variar muito de pessoa para pessoa e muitos fatores influenciam, por exemplo, quanto mais você bebe, mais tempo o álcool permanece em seu sistema, o tipo de bebida ingerida, o tamanho do corpo de um indivíduo também pode afetar e o quanto de água você consumiu no período.
E sobre qual medicamento se pretende tomar. Para alguns anti-inflamatórios, como o ibuprofeno, dependendo da dose de bebida ingerida se recomenda esperar no mínimo 24 horas.
Antibióticos como Metronidazol, e Bactrim não devem ser tomados juntos com bebida e após a última dose deve-se ainda aguardar 72 horas para consumir álcool. Apenas as coisas mais importantes devem estar em pauta.
Quantas horas depois de beber posso tomar Dipirona?
Na literatura científica não há nenhum limite de horário mínimo estabelecido a ser seguido. Mas em alguns casos a dipirona pode ser eliminada do nosso organismo mais rapidamente, o que pode diminuir seu efeito.
Sertralina e álcool: pode misturar? Existe um equilíbrio seguro?
Se você toma sertralina deve evitar o consumo de álcool. A mistura de bebida com sertralina e outros medicamentos da classe (inibidores seletivos da recaptação de serotonina).
Esses remédios geralmente estão associados a um baixo potencial de prejudicar o seu desempenho cognitivo ou motor. No entanto, ao consumir álcool o tratamento com sertralina deve ser monitorados quanto a possível piora do comprometimento psicomotor.
E quanto à mistura de Nimesulida e álcool?
Quando álcool e nimesulida (assim como outros anti-inflamatórios não esteroidais) são tomados ao mesmo tempo, mesmo que seja para aliviar uma ressaca, os riscos usuais de ter uma reação adversa ao remédio aumentam mais. Beber moderadamente pode diminuir os riscos, mas eles sempre estarão presentes.
Alguns dos efeitos mais graves do consumo de anti-inflamatórios como a nimesulida e bebidas alcoólicas são:
Sangramento gastrointestinal: O uso prolongado de nimesulida ou em associação com álcool pode envolver dores e hemorragia gastrointestinal, incluindo vômitos e hematoquezia (Fezes com sangue).
Lesões renais ou hepáticas: Nimesulida pode causar estresse aos rins e ao fígado. Adicionar álcool à mistura, pode aumentar os riscos de lesões nesses órgãos, que trabalham juntos na eliminação dessas substancias. Com o tempo, misturar os dois pode levar a problemas graves, como insuficiência renal ou hepática.
Problemas no coração e AVC: Anti-inflamatórios não esteroides, como a nimesulida quando usados em altas doses e por muito tempo estão associados a problemas cardiovasculares, como no fluxo sanguíneo e aumento da chance de ataques cardíacos e derrames. O consumo de álcool aumenta esses riscos e torna mais difícil para o corpo manter níveis saudáveis de pressão arterial.
Se você tomou nimesulida e está apresentando sintomas como sangue no vômito ou nas fezes, taquicardia, dor no peito, dores de estômago persistentes procure atendimento médico.
É verdade que álcool corta efeito de remédio?
O álcool tem influência no funcionamento hepático onde muitos medicamentos são eliminados do corpo. O consumo de bebidas alcoólicas pode fazer com que seu corpo elimine alguns medicamentos mais rápido do que era normalmente esperado, não dando tempo para que ele faça seu efeito no organismo. Mas atenção para outros medicamentos pode ocorrer justamente o contrário e haver intoxicações e aumento do risco de reações adversas. Na dúvida procure sempre informações com um médico ou farmacêutico.
Pode beber cerveja tomando anti-inflamatório?
O uso prolongado de anti-inflamatórios não esteroides, como ibuprofeno e naproxeno, pode aumentar o risco de sangramento gastrointestinais e úlceras; adicionar álcool pode tornar essas reações adversas ainda mais prováveis.
Se for apenas um acontecimento isolado você toma um diclofenaco durante o dia para uma dor de cabeça e depois vai para uma festa, provavelmente não será o fim do mundo. Mas se você toma analgésicos todos os dias, e também bebe em excesso em várias ocasiões, isso pode realmente causar problemas. Não torne essa combinação um hábito e tome cuidado para não exagerar em nenhum dos dois.
Qual remédio não pode tomar com álcool de jeito nenhum?
Alguns antibióticos como metronidazol, tinidazol e trimetoprina-sulfametoxazol não devem ser misturados com álcool. Esses medicamentos produzem no nosso corpo substâncias que reagem com o álcool e podem causar dor de cabeça, rubor, taquicardia, náusea e vômito.
👉 Barbitúricos como o fenobarbital pode ter interações consideradas graves, o uso pode resultar em depressão do sistema nervoso central (SNC), sedação intensa e prolongada.
👉 Anticoagulantes como a varfarina quando misturados com o álcool pode levar a hemorragia interna grave ou mesmo formação de coágulos sanguíneos, derrame e ataque cardíaco.
👉 Medicamentos para o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e o álcool mascaram os efeitos um do outro. Portanto, misturar os dois aumenta a probabilidade de overdose de qualquer uma das substâncias.
Quanto mais tempo uma pessoa abusar de estimulantes e álcool juntos, maior o risco de desenvolver transtornos por uso de substâncias além do aumento da possibilidade de apresentarem reações adversas graves como convulsões.
Interação Medicamentos X Álcool: principais cuidados e orientações
Os efeitos das interações entre remédios e álcool irá variar muito dependendo da quantia ingerida, a frequência da mistura, de pessoa para pessoa e principalmente de medicamento para medicamento. Mas atenção, algumas combinações merecem muito cuidado pois podem ser fatais.
Antes iniciar um novo medicamento pergunte ao seu médico ou farmacêutico sobre os riscos de toma-los juntos. Sempre lembre que o álcool é uma droga e seu consumo deve ser feito com moderação e bom senso.
E aí, tirou suas dúvidas relativas à pergunta “pode beber tomando antibiótico”? Esperamos que tenha gostado do conteúdo! Até a próxima!
Vitamina C efervescente e em outras formas: será essa a resposta para prevenir gripes e resfriados? 🤔
Como se sabe, essa vitamina é um nutriente importante para a saúde humana. Como suplemento, a vitamina C é encontrada em diferentes formas no mercado, tais como cápsulas, comprimidos, pastilhas e a famosa forma efervescente.
No entanto, é preciso ficar atento: muitas pessoas acreditam que a suplementação de vitamina C, especialmente em forma efervescente, é “milagrosa”, para prevenir gripes ou até mesmo melhorar a aparência da pele devido ao colágeno.
Mas não é bem assim…Infelizmente, esse uso incorreto pode levar a efeitos colaterais e interações medicamentosas, o que reforça a importância de um cuidado apropriado na suplementação.
Neste artigo, exploramos os reais benefícios e riscos do uso do suplemento de vitamina C. Vamos lá?
Vitamina C efervescente e em outras formas de apresentação: para que serve?
A suplementação de vitamina C, também conhecida pelo nome técnico de ácido ascórbico, deve ser feita por aqueles que têm:
Uma deficiência desse nutriente comprovada por exame de sangue, (mesmo que haja uma dieta saudável);
Escorbuto, doença que tem com um dos sintomas sangramento nas gengivas;
Queimaduras graves;
Metemoglobinemia, um tipo raro de doença no sangue;
Alimentação por sonda, em alguns casos.
Quando tomar vitamina C efervescente?
Como mencionamos no tópico acima, a suplementação de vitamina C deve ser feita apenas por aqueles que – mesmo mantendo uma alimentação equilibrada – apresentam deficiência do nutriente no organismo comprovada por exame de sangue ou o diagnóstico confirmado de doenças como o escorbuto e metemoglobina.
Como tomar vitamina C efervescente: entenda o uso correto
Antes de serem tomados por via oral, os comprimidos efervescentes de vitamina C precisam ser totalmente dissolvidos em um copo com aproximadamente 200 mL de água.
Quais são os benefícios da vitamina C efervescente?
É preciso ter em mente que o uso de todo e qualquer medicamento envolve uma relação risco-benefício. Caso você tenha um problema de saúde que pode ser tratado com este medicamento específico, muito provavelmente vai se beneficiar do seu uso.
Contudo, se você não tem a doença que responda àquele remédio, que cientificamente não é prevenida por ele ou até mesmo não apresenta nenhuma doença, você estará se expondo somente a um risco desnecessário.
Todos os medicamentos e suplementos podem, sim, levar a reações adversas, assim como interagir com outros remédios que você já toma e agravar outros quadros de saúde.
E quais são os riscos envolvidos no uso do suplemento?
Entre os efeitos colaterais mais comuns, podemos citar:
Diarreia;
Náuseas;
Dores gastrointestinais e abdominais;
Coceira.
👉 Vale destacar: pessoas que já têm algum fator de risco para desenvolver doença nos rins devem ter a função renal monitorada ao suplementar vitamina C.
Vitamina C com zinco: faz bem? Pode tomar todo dia?
Durante a pandemia de Covid-19, muito se falou sobre o uso da vitamina C para prevenir a doença respiratória e do zinco como um “estimulante” e “fortificante” da imunidade.
👉 Mas atenção: nenhum benefício significativo foi observado com a administração de vitamina C em pacientes com COVID-19 ou na prevenção da infecção – e o mesmo pode ser dito sobre o zinco.
Apesar do papel desse mineral na imunidade, não há estudos confiáveis que indiquem a necessidade da suplementação em dose específica, ou mesmo que comprovem seus benefícios nas defesas do organismo, sobretudo no caso de adultos e idosos.
Leia Também: Engov para ressaca funciona mesmo? Como tomar? E o Epocler?
Grávida pode tomar vitamina C efervescente? E a lactante?
Mulheres grávidas não devem suplementar vitamina C sem antes consultar um médico ou dentista.
Vale destacar que a vitamina pode atravessar a placenta. Quando doses acima do necessário foram utilizadas durante a gravidez, alguns bebês recém-nascidos apresentaram sinais incomuns de carência de vitaminas.
No que diz respeito às lactantes, a vitamina C é eliminada no leite materno. O uso durante a amamentação é de baixo risco e moderadamente seguro. O tratamento deve ser monitorado.
Tomar vitamina C efervescente todo dia faz mal?
Tudo depende da questão de saúde apresentada! Cada doença vai demandar uma dose específica de suplementação de vitamina C por um determinado período.
Desde que sejam seguidas as orientações da receita sobre quantidade e tempo de uso – para tratar uma doença diagnosticada por um médico –, não há graves riscos.
Vitamina C efervescente é bom para a gripe?
Esse é um ponto importante! Apesar da crença popular, não existem evidências científicas confiáveis que apontaram resultados positivos/de sucesso na suplementação de vitamina C para prevenção ou tratamento da gripe.
Um estudo de 2013 (que reuniu dados de outros 29 trabalhos) mostrou que a suplementação regular da vitamina não reduziu significativamente a incidência de resfriados.
Tomar vitamina C também não reduz a gravidade ou a duração de um resfriado. Em 2007, pesquisadores revisaram 60 anos de pesquisa clínica e descobriram que, quando tomados após o início de um resfriado, os suplementos de vitamina C não tornam o resfriado mais curto ou menos intenso. Dos que tomam diariamente, apenas uma parcela muito pequena teve poucos benefícios.
Quem tem gastrite pode tomar vitamina C efervescente?
Não há contraindicação listada na bula do fabricante para quem tem gastrite. Mas há sim, contraindicação a ser avaliada pelo médico para o uso por pessoas que sofrem de úlceras gástricas.
Vitamina C efervescente faz mal para os rins?
A vitamina C pode deixar a urina mais ácida e levar à formação de alguns cristais que lesionam e entopem os túbulos renais e urinários. Há relatos de doenças renais agudas e crônicas por administração prolongada e de altas doses.
Pacientes que já têm doença renal, história de cálculos renais, idosos e crianças com menos de 2 anos podem ter risco aumentado e devem ter a função renal monitorada durante o tratamento. Nesses casos, o uso deve ser descontinuado se houver alguma intercorrência relacionada.
As crianças também podem fazer uso do suplemento?
Recém-nascidos e crianças podem fazer uso do suplemento desde que respeitadas as diferenças de dosagens para eles, que são próprias, assim como a duração do tratamento proposta.
Para essa faixa etária, a vitamina C só deve ser administrada na presença da doença escorbuto ou como complemento da nutrição parenteral, se necessário.
De olho na alimentação equilibrada: as principais fontes de vitamina C
É importante lembrar: frutas e legumes são as melhores fontes para se adquirir essa vitamina de forma saudável e consciente.
Alguns dos principais alimentos ricos na vitamina C são:
Frutas cítricas (laranja, kiwi, limão);
Pimentões;
Morangos;
Tomates;
Vegetais crucíferos (brócolis, couve de bruxelas, repolho, couve-flor).
Para finalizar, reforçamos que, assim como qualquer outro medicamento, o uso de suplementos também deve ser acompanhado de perto e contar com a devida prescrição de um profissional de saúde.
A vitamina C efervescente – e em outras formas – traz muitos benefícios em casos específicos com a indicação adequada, mas também envolve riscos e reações adversas no caso de uso incorreto/não-supervisionado. Fique atento!
Em caso de urgência, caso precise de algum medicamento, você poderá ligar para o número 31-97120-0140 e falar diretamente com a gente, seja a hora que for.
Na BrumaFarma, aquela dor forte, um filho doente, ou aquele aperto imprevisível, você pode contar conosco.
Atenção!
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Certifique sobre as regiões atendidas e horário de funcionamento.




